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História

História


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Desde muito antigo que os povoadores de Vilar de Santos foram deixando sinais da sua existência por todo o território do Concelho. Restos de mamoas e castros em Laioso, Mosqueiro, Vilar de Santos e Saa, o achado da Arracada castrexa, além de topónimos como Pedra da Anta, o Penedo da Moura ou «A Cidá», provam a existência de assentamentos populacionais desde antigo.

Na altura em que os romanos chegaram ao território da Galiza, a população do atual Vilar de Santos pertencia à tribo dos Límicos; com o passar do tempo, a comarca ficou submetida a uma intensa romanização, o que trouxe consigo grandes mudanças no modo de vida primitivo. Vilar de Santos não é a exceção e a presença romana é especialmente importante, note-se ao respeito que na freguesia de Parada de Outeiro localiza-se uma importante «Vila». Assim, a Via Nova, estrada romana que ligava Braga com Astorga, entrava por Vilar de Santos a sul, ficando inúmeros miliários a testemunharem a sua existência.
 

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A Idade Média começa com a invasão dos suevos. Na altura, A Límia, surge como uma zona de conflitos pela sua condição de terra de fronteira. Séculos depois, são construídas as torres defensivas de Sandiás, Pena, Porqueira e Celme, testemunhas de muitas batalhas. Do período, temos ainda visíveis vestígios românicos nas igrejas de Parada e de Vilar de Santos. De Parada cara a Regueira terá existido um importante caminho medieval.

Reforça-se o poder eclesiástico com a construção dos mosteiros de Celanova e Oseira, bem como o convento das Clarisas de Allariz.

Na época moderna, a Igreja e a nobreza têm o controlo económico e social sobre a maior parte da população, mormente camponesa. O território de Vilar de Santos, sob jurisdição de Sandiás, encontrava-se dividido em três partes: Ficando Vilar de Santos, Saá e As Casas da Veiga a depender da Comenda da Ordem de Santiago, uma das ordens militares mais importantes de Espanha; ligado à Ordem, terá existido em Vilar de Santos um Hospital de Peregrinos. Por seu turno, Parada pertencia ao senhorio do Marquês de Malpica, enquanto Laioso fazia parte do senhorio de Ozores e Soutomaior.

Foi em 1836 que Vilar de Santos se constituiu como Concelho, tal e como hoje é conhecido graças à união das duas freguesias que o precederam: Vilar de Santos e Parada de Outeiro.

As primeiras décadas do século XX foram duras. Eram tempos de escassez e trabalho duro; contudo e no período da II República, no concelho existiam quatro escolas e uma biblioteca.

No ano 1936 estala a Guerra Civil, ficando a Galiza do lado sublevado, a vida municipal fica paralisada. Até três recrutamentos de moços da aldeia foram mobilizados na sequência da Guerra Civil. O pós-guerra e a ditadura franquista contribuíram para um pioramento das condições de vida. É implantado o cartão de racionamento e o contrabando.

A dissecação da Lagoa de Antela, concretizada na década de 60, provocou um grande impacto com consequências como a saída para emigração de muitos habitantes da comarca. As aldeias começam a perder população.

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Foi com o advento da democracia na década de 70 que o município experimenta um forte processo de desenvolvimento sócio-económico e modernização, sendo isto acompanhado por uma notável aposta na conservação e potenciação da nossa cultura e tradições. É na sequência de esta política que se cria o Museu Etnográfico da Límia, tornando-se a iniciativa, um referente para toda a comarca e província. Com o passar do tempo surge ainda o parque empresarial e começam os trabalhos de reabilitação da aldeia de Saá com vista ao seu aproveitamento turístico.

Atualmente, Vilar de Santos é um concelho dinâmico, no qual desenvolvimento industrial e económico, convivem harmonicamente com a conservação da natureza e a tradição cultural.

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O concelho obtém na última década o reconhecimento de distintos organismos que premeiam o seu trabalho em prol do desenvolvimento sustentável sendo que em 2005 passa a integrar um novo espaço na Reserva da Biosfera juntamente com os concelhos limítrofes de Alhariz, Rairiz de Veiga e A Bola.

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